| Pharmanager: Novas Formas de Consumo no Varejo |
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“Atualmente a consumidora interage com a loja [de cosméticos] e com o catálogo. No Brasil as compras são 73% ao vivo, no porta a porta ou em farmácias. Do resto, 20% é consumidor multicanal, e 7% só compram online. A tendência é que a compra multicanal cresça para 50%”. Para Marlety, essa tendência é tão significativa para o Brasil porque o país é um dos campeões mundiais em horas na internet e em participação de redes sociais. De fato, segundo a pesquisa citada pela palestrante, 83% dos consumidores se dizem mais propensos a negócios em que podem interagir de várias formas. Para atuar bem no meio multicanal, são necessárias estratégias integradas. Vários setores da empresa têm que pensar juntos para montar uma estratégia única, que obrigatoriamente passará por diferentes meios como telefone, catálogo ,outdoor, e-commerce e celular. “Cross channel precisa de uma solução que venha de toda a empresa, solução integrada, com os benefícios da inovação, do relacionamento e da rentabilidade. O processo de compra multicanal é mais longo, e é necessário ter a atenção do consumidor da primeira compra à fidelização”. Mas o trabalho vale a pena. Segundo a pesquisa, consumidores multicanal chegam a gastar três vezes mais que pessoas que só compram na farmácia ou só pela internet. “Consumidores que só compram pela internet gastavam em 2007 nos Estados Unidos uma média de 157 dólares anuais, contra 200 dólares para pessoas que só compravam na loja. O consumidor multicanal chegava a 900 dólares anuais em compras”.Análise da Equipe do SMG: a tendência do multicanal veio para ficar. Aos varejistas (de farmácias e de outros ramos), fica a mensagem de buscar em seus planejamentos de marketing a integração dos múltiplos canais de acesso que o consumidor adota, maximizando a disponibilidade dos produtos e evitando o conflito de canal. |